Campos Eliseos

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CAMPOS ELISEOS - SÃO PAULO

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

CRACK É POSSÍVEL VENCER...



...Enquanto isso em Campos Eliseos na saída da Estação Julio Prestes da CPTM o crack toma conta.
Apesar do policiamento de monitoração instalado na Alameda Cleveland, ao lado da base a distribuição da droga é realizada sem problemas.
Os policiais ficam na base sem nenhuma ação e na Alameda Cleveland até a Alameda Glete a utilização da droga ganha volume.

Será que é possível vencer o crack mesmo?


Fica a dúvida por parte da população!

Fotos do arquivo pessoal do site São Paulo Viva
by Ary Neto



segunda-feira, 11 de agosto de 2014

AS NOVAS CRACOLÂNDIA DE SÃO PAULO - 07/2014

Mapeamento inédito da prefeitura de São Paulo obtido pelo site de VEJA aponta onde estão os 30 pontos de consumo de crack na maior cidade do país


"Saia nóias”. A pichação (com erro gramatical) poderia ter sido feita em um muro qualquer do quadrilátero do centro da capital paulista conhecido como cracolândia, na região da Luz. Mas a frase estampa a repulsa de moradores da Brasilândia, Zona Norte de São Paulo, nas paredes de um beco da sinuosa Avenida Deputado Cantídio Sampaio, que corta uma série de bairros aos pés da Serra da Cantareira. O local é um dos trinta endereços da cidade onde os usuários de crack se juntam durante a noite para, pedra após pedra, consumir a vida em meio à escuridão.
O site de VEJA percorreu 25 deles nesta semana, depois de obter da prefeitura paulistana a localização exata dos pontos de consumo de crack na cidade. Os dados foram fornecidos pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), dois meses e meio depois de o órgão ter recebido um pedido formal por meio da Lei de Acesso à Informação. Até hoje, o mapeamento das maiores cracolândias da cidade (cientificamente chamadas “cenas de uso de crack”) era mantido em sigilo.
Em fevereiro, a reportagem solicitou a mesma informação a pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – eles realizaram entre 2011 e 2013 o mais importante levantamento nacional sobre o crack, encomendado pelo Ministério da Justiça. O epidemiologista Francisco Inácio Bastos, coordenador da pesquisa "Perfil dos usuários de crack e/ou similares no Brasil", argumentou que não poderia indicar os endereços porque os comitês de ética dos municípios participantes exigiram "estrito sigilo" sobre a identificação dos locais e dos usuários. Segundo Bastos, nem mesmo o Ministério Público de São Paulo recebeu a informação ao solicitar os endereços à Fiocruz. Quando os resultados da pesquisa foram divulgados no ano passado, os mapas indicavam apenas manchas gráficas.

Os trinta pontos indicados pela prefeitura mostram que as cracolândias se expandiram para longe das ações do poder público estadual e municipal nas quatro regiões da cidade (Norte, Sul, Leste e Oeste), apesar de o Centro ainda reunir o maior número de usuários. É na cracolândia "original", consolidada desde os anos 1990 na Luz, que os programas "Recomeço", do governo Geraldo Alckmin (PSDB), e "De Braços Abertos", da gestão Fernando Haddad (PT), concentram as equipes de abordagem e encaminhamento para tratamento de saúde, cadastram dependentes químicos, oferecem trabalho temporário – e alojamento em hotéis, no caso do programa da prefeitura.
As novas cracolândias foram listadas por funcionários das supervisões de saúde mental da prefeitura em janeiro deste ano. Elas representam "cenas de uso de crack frequentes" com cem ou mais dependentes, segundo a psiquiatra Cibele Neder, assessora de saúde mental, álcool e outras drogas da SMS. Ela diz que mais de 200 pontos de uso de crack foram descobertos em toda a cidade, mas que os trinta listados são os considerados problemáticos, com mais aglomeração de pessoas e de uso permanente. "Para a gente chamar de local com problema e que mereça a intervenção do poder público, fizemos um corte com as cenas constantes, com mais de cem pessoas, e que já existissem há algum tempo", disse Cibele. "São locais que já estabeleceram uma dinâmica própria e têm um fluxo constante, mesmo que não sejam as mesmas pessoas. Eles estão diretamente ligados à oferta, ao tráfico de drogas. As pessoas vão ao lugar onde sabem que vão encontrar o crack."



Ficaram de fora do mapa da prefeitura locais onde já houve concentração de usuários de crack retratada pela imprensa, como a Rua Apa e o Elevado Costa e Silva (Minhocão), em Santa Cecília, a Mata do Iguatemi, no Jardim Pedra Branca, os arredores do Viaduto Liberdade, na Liberdade, o canteiro central da Avenida Inajar de Souza, Zona Norte, e a Vila Nova Galvão, na divisa com Guarulhos (SP).
À noite, foi possível encontrar mais de cinquenta dependentes reunidos no Parque Dom Pedro, ao lado Viaduto Diário Popular, na Baixada do Glicério, que faz parte região central degradada. Eles fumavam crack em canteiros do parque, escondidos sob cobertores e agachados nas passarelas do viaduto. Perto dali, um grupo de cinco dependentes ocupava a praça do Viaduto Bresser, na Mooca. Em geral, as cracolândias têm um grupo fixo e frequentadores que passam cerca de três dias e depois se dispersam – gente suficiente para manter o fluxo constante.
As maiores aglomerações foram verificadas no Viaduto Jabaquara, na Avenida dos Bandeirantes, e nos arredores do Ceagesp, maior centro de distribuição de frutas e verduras da América Latina, na Lapa. Em ambos os lugares, havia barracas montadas e mais de cinquenta usuários durante o dia. No Jabaquara, eles recebiam as pedras de crack de uma favela próxima à avenida. Traficantes atravessavam as pistas e desciam os barrancos rapidamente no leva e trás da droga. Eles eram seguidos apenas por cachorros. Os usuários, inclusive um cadeirante, ocupavam as duas margens sob o viaduto e se arriscavam a caminhar na pista. No Ceagesp, eles ficavam próximos a um conjunto habitacional, em ruas com lixo acumulado e farta comida descartada. Além de se esparramarem nas calçadas, acenderam fogueiras e usaram guarda-chuvas para esconder os cachimbos acesos. A cena funciona na rua atrás da sede do 91º DP da Polícia Civil.




A prefeitura expandirá pela primeira vez as ações do atual plano de enfrentamento do crack nessas duas cracolândias: Jabaquara e Ceagesp. No Jabaquara, assistentes sociais e agentes comunitários de saúde já abordaram usuários. E um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS-AD) deverá ser instalado para atender dependentes químicos no Ceagesp. Depois o programa tende a ser instalado em Itaquera. Nem sempre o programa oferecerá os mesmos serviços e benefícios (trabalho remunerado, alojamento, refeições e tratamento) que fazem parte do pacote na região da Luz. Os coordenadores afirmam que a determinação é ouvir o que as pessoas querem receber. Na Luz, a demanda era por "um local para tomar banho, comida e trabalho". O atendimento de saúde era considerado secundário, e odontológico, prioridade.
Também na Zona Sul, a reportagem flagrou um dependente circulando com o cachimbo de crack em riste nos arredores do Cemitério São Luiz, no Jardim São Luís. Na Zona Leste, dois usuários fumavam pedras de crack na entrada da Favela da Paz, na Avenida Miguel Inácio Cury, a dez minutos de caminhada do Itaquerão, o estádio de abertura da Copa do Mundo. A cracolândia da favela se espalha num muro abandonado ao redor do pátio do Metrô: é um ponto de prostituição infantil, apinhado de cápsulas de cocaína vazias. Em São Miguel Paulista, os usuários que já ocuparam a Praça do Forró agora se transferiram para a Rua Severina Leopoldina de Souza, ao lado de um mercadão e do Hospital e Maternidade São Miguel. Traficantes agem livremente na rua sem saída. Na Penha, os usuários montaram cabanas sob o Viaduto Engenheiro Alberto Badra, ao lado de uma favela de barracos de madeira – ainda repleta de cinzas por causa de um incêndio recente.
O crescimento de cracolândias nas periferias costuma ser associado por estudiosos do tema a operações de remoção mal sucedidas no passado, como a promovida pela Polícia Militar em janeiro de 2012. A PM ocupou a região central e tentou dispersar a aglomeração de usuários e sufocar as vendas de traficantes, ao passo que a prefeitura passou a limpar as ruas e demoliu uma série de casebres onde os dependentes se escondiam. O fluxo de usuários na Luz diminuiu, e supõe-se que muitos deles tenham migrado de vez para outros locais. Mas não houve monitoramento adequado para comprovar a migração. Nesta semana, um grupo de dependentes resistente aos programas do Estado e da prefeitura montou acampamento na Alameda Cleveland. A pracinha ficou lotada: traficantes se aproximavam em bicicletas para vender pedras, enquanto os usuários ofereciam para troca quinquilharias e objetos roubados, como caixas de som portáteis, cordões e telefones. Havia crianças e adolescentes entre eles, além de grávidas. A movimentação era caótica, num ritmo particular. "Temos que entender esse fenômeno como um de lazer das pessoas", diz Cibele. "Elas criam uma sociabilidade, constituem uma comunidade com regras de convivência e certa solidariedade e relações interpessoais. A droga é mais uma consequência do desemprego e da miséria e não a causa."
Um fator que dificulta a localização das cenas de uso e seu monitoramento é a intensa mobilidade de usuários. Os pesquisadores da Fiocruz relataram que as cracolândias mudam durante os turnos do dia, como se houvesse uma pela manhã, outra à tarde e uma terceira realidade à noite. Eles também notaram que as cenas públicas de consumo da droga mudam conforme as condições climáticas, as decisões do tráfico ou a ocorrência de operações policiais e intervenções urbanísticas.


Durante as visitas a 25 cracolândias nesta semana, o site de VEJA só conseguiu localizar usuários em treze pontos – e em quantidades que variaram de dois a cerca de trezentos viciados. A reportagem não visitou duas cenas de uso no extremo sul da capital e três endereços em favelas da Zona Leste, apontados pela Polícia Militar como "bocas de fumo" (ponto de venda de drogas). O psicólogo e doutor em Epidemiologia em Saúde Pública Carlos Linhares relatou à Agência Fiocruz que, durante estudo sobre cenas de uso do Rio de Janeiro, não foi possível acessar metade dos 193 locais de consumo de crack na capital fluminense.
Fica na Zona Norte a maior quantidade de cracolândias encontrada. No Jardim Andaraí, próximo à Rodovia Presidente Dutra, usuários ocupavam duas ruas: a Balaiada e a Nilton Coelho de Andrade. Além dos barracos na calçada, usavam uma fogueira na rua para espantar o frio. No beco da Brasilândia, os usuários se reuniam para fumar crack em pequenos grupos. Três deles se escondiam atrás de colchões e dentro de uma Kombi azul de janelas escuras. No chão, além de pinos de cocaína abertos, viam-se também pedaços cortados de antenas de carro – usados para montar o cachimbo do crack. Funcionários do aterro industrial que funciona no terreno da antiga pedreira Itaberaba, em frente ao local, disseram que traficantes do bairro também repelem os usuários dali.
Eles se espalham ainda nos piscinões da Avenida General Penha Brasil: cinco deles usavam drogas no Piscinão do Bananal e dois no Guaraú, no Jardim Peri. A comerciante e moradora da avenida Aurora Murakami, de 54 anos, reclamou de roubos em frente à sua loja. "Esse pessoal começou a se espalhar pela periferia. São Paulo virou um monte de zumbis", diz.

PLANO DIRETOR DE SÃO PAULO ORDENA FIM DO MINHOCÃO

FIM DO MINHOCÃO
07/2014



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FIM

quinta-feira, 26 de junho de 2014

DO LUXO AO LIXO - PRÍNCIPE HARRY DO PALÁCIO LONDRINO AO CRACK PAULISTANO

DO LUXO AO LIXO - PRÍNCIPE HARRY DO PALÁCIO LONDRINO AO CRACK PAULISTANO


Acostumada a histórias ruins, a Cracolândia vai virar notícia por uma razão nobre: na próxima quarta-feira, o príncipe britânico Harry fará uma visita ao programa De Braços Abertos, criado pela Prefeitura de São Paulo para reabilitar viciados em crack. Em sua segunda viagem ao Brasil - a primeira foi em 2012 - Harry pediu para conhecer o projeto e será acompanhado pelo prefeito Fernando Haddad (PT). O príncipe é o quarto na linha de sucessão ao trono.
De acordo com a embaixada britânica, Harry demonstrou interesse em saber como uma cidade grande como São Paulo, maior ainda do que Londres, está lidando com um problema tão grave como o vício em drogas. Foi o próprio príncipe que pediu para conhecer o local. Na visita, cujo horário está sendo mantido em segredo por questões de segurança, Harry deve visitar a sede do programa, onde viciados em crack recebem orientações, e conversar com os frequentadores.
A intenção da segunda vinda ao Brasil do príncipe britânico, segundo a embaixada, é ajudar a estreitar os laços entre os dois países. No entanto, apesar da visita começar nesta segunda-feira, 23, por Brasília, não está previsto nenhum encontro de Harry com autoridades brasileiras, à exceção do prefeito de São Paulo. O Itamaraty considera a viagem do príncipe uma visita privada.
Hoje pela manhã, Harry visita o Centro Internacional de Neuro reabilitação Sarah, onde vai conhecer a tecnologia de reabilitação de crianças desenvolvida pelo centro, outros tecnologias de tratamento através do esporte e também fazer um treino de canoagem com uma das pacientes no Lago Paranoá. A área de reabilitação, especialmente de feridos de guerra, costuma interessar Harry, que já visitou outros centros semelhantes, especialmente nos Estados Unidos.
O Príncipe Harry deu seguimento a sua visita ao Brasil nesta quinta-feira (26) com uma passagem pela região da Cracolândia, no Centro de São Paulo. Acompanhado do prefeito Fernando Haddad, Harry foi apresentado ao programa "Braços Abertos", iniciativa do governo municipal que tenta fazer com que usuários se afastem do crack.
O Príncipe Harry cumprimenta o prefeito Fernando Haddad em frente à estação Júlio Prestes (Foto: Amanda Previdelli/G1)O Príncipe Harry cumprimenta o prefeito
Fernando Haddad (Foto: Amanda Previdelli/G1)
Harry esteve em uma tenda onde conversou com dependentes químicos, segundo o secretário da Segurança do município, Roberto Porto, e não concedeu entrevistas. "Ele conversou [com usuários] com a ajuda de um intérprete. Também fez muitas perguntas ao prefeito sobre o projeto", disse o secretário.
Durante a visita, a Polícia Militar precisou pedir ajuda da Guarda Civil Metropolitana (GCM) para que fosse feito um cordão de isolamento em volta do príncipe. O esquema de segurança não funcionou conforme o esperado. O público ficou próximo do príncipe, e mesmo os jornalistas, que teriam de ficar em blocos a uma certa distância, chegaram ao lado de Harry.

Fonte: Uol / G1
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/06/principe-harry-vai-cracolandia-e-conversa-com-usuarios-de-crack.html?http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/06/principe-harry-vai-cracolandia-e-conversa-com-usuarios-de-crack.html


quinta-feira, 3 de abril de 2014

CRACOLÂNDIA EMPERRA E HADDAD PERDE !!! 03/04/2014 - VOCÊ JÁ FICOU INDIGNADO HOJE?

A cada dia que passa o Crack ganha medalhas de vitória, enquanto o poder público toma um baile.
PM, GCM, PREFEITURA E GOVERNO tiram nota zero na solução deste grave problema na região
central de São Paulo.

Bases da policia nada fazem na região central a não ser assistir calados a degradação e o poder dos traficantes que distribuem Crack a céu aberto.


O que fazer? Qual a solução para este mal? Quem comanda as drogas? Quem é o responsável?
Teremos uma saída eficiente? Quem conseguirá dar a devida atenção?
Todos os esforços foram realizados? Quem comanda as ações?
Nossos governantes parecem não ter a devida experiência e temos que conviver com esta vergonha paulistana.

VOCÊ JÁ FICOU INDIGNADO HOJE? 
CAMPOS ELISEOS SE ENVERGONHA DO GRAVE PROBLEMA, MAS QUEM PODERÁ RESOLVER? ESTAMOS SÓS E NADA ACONTECE !!!!

By Ary Neto

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

PARABÉNS DELEGADA ELAINE BIASOLI - DENARC

Este "post" começa com uma homenagem a Delegada Dra. Elaine Biasoli do Denarc que a frente de excelente policiais iniciam a tão necessária ação que a região necessita a anos e nada é feito !

Muitas críticas sairam na mídia sobre este caso, mas quem falou contra não faz idéia do que ocorre na região, então por gentileza solicito um convite público a todos da imprensa que nem sabem exatamente o que falam. Lí um artigo que fala contra e emiti até um comentário:
http://oesquema.com.br/penselivre/2014/01/23/pense-livre-repudia-acoes-da-policia-civil-de-sao-paulo-contra-usuarios-de-crack/#comment-3105

Abaixo uma material da Folha de S.Paulo:
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/01/1402113-cameras-da-prefeitura-de-sp-registram-acao-da-policia-na-cracolandia.shtml


Câmeras da Prefeitura de SP registram ação da polícia na cracolândia

Câmeras de monitoramento da Prefeitura de São Paulo registraram a ação que provocou um confronto entre policiais civis e usuários de drogas na tarde desta quinta-feira, na região da cracolândia, no centro da capital paulista.
Segundo a prefeitura, as imagens foram feitas na esquina da rua Helvétia com a alameda Barão de Piracicaba e flagrou o início da ação, por volta das 15h.
Os policiais civis chegaram ao local inicialmente em carros e com roupas civis, e fizeram a prisão de um rapaz. Um grupo protestou contra a prisão e atirou pedras e pedaços de pau contra os policiais, quebrando os vidros do veículo usado pelos policiais.
Cerca de 30 minutos depois, aproximadamente dez carros da Polícia Civil cercaram o local. Foram fechados dois quarteirões da alameda Barão de Piracicaba e os policias usaram bombas de efeito moral.
O confronto durou cerca de 20 minutos. Ao menos três pessoas foram feridas. Algumas chegaram a dizer que foram atingidas por balas de borracha, mas a Polícia Civil afirmou que não usa balas de borracha.

Tanto a prefeitura quanto a Polícia Militar afirmaram que não sabiam da operação da Polícia Civil.
A delegada Elaine Biasoli, diretora do Denarc (departamento de narcóticos), foi uma ação comum para prisão de traficantes. Por isso, segundo ela, não havia necessidade de informar a Prefeitura de São Paulo ou a Polícia Militar.
Elaine negou que os policiais tenham feitos disparos de bala de borracha. Afirmou que apenas bombas de efeito moral foram usadas. Segundo a polícia, cinco pessoas foram presas na operação. Também tiveram seis feridos, sendo três deles policiais civis.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que a ação foi legítima. "Houve resistência, três policiais foram feridos e três viaturas danificadas. Os policiais buscaram reforço e realizaram quatro flagrantes por tráfico de drogas. O Denarc não possui e não usou bala de borracha na ação", afirmou.
A cracolândia tem sido alvo de uma operação da prefeitura de ressocialização de usuários de drogas. A gestão Fernando Haddad (PT) está pagando R$ 15 por dia a cerca de 400 usuários da região em troca de trabalho em serviços de zeladoria, como varrição de parques da cidade.
O pagamento é feito com base no dia trabalhado, não por valor fechado no final do mês. Assim, caso a carga horária do dia não for cumprida, ele não recebe. Hotéis da região também estão sendo cadastrados pela prefeitura para abrigar usuários de droga.
Na semana passada, Haddad disse que a região estava ocupada pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) e pela Polícia Militar, e que todos estão orientados a não promover uma "política higienista" no local. 




O que fizeram demais a nao ser  "COIBIR" a venda de drogas a ceu aberto no centro da capital paulistana.

PARABENS !!! 
DENARC E TODA PM, GUARDA METROPOLITANA E PREFEITURA !!!

by Ary Neto

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

PARABÉNS HADDAD E PREFEITURA PELA AÇÃO EM CAMPOS ELISEOS - PREFEITURA CONTRA O CRACK !!!



Dependentes de crack terão emprego 





Serão 4 horas por dia de trabalho. Em troca, a prefeitura oferece três refeições diárias e R$ 15 por dia trabalhado, além da hospedagem em um hotel. Dependentes não serão obrigados a fazer tratamento médico.

A cidade de São Paulo começou, nesta terça-feira (14), mais uma tentativa de combater o consumo de crack. Dependentes químicos vão ganhar hospedagem, alimentação e emprego.
Os barracos de madeira e lona na região da Cracolândia começaram a ser desmontados durante a tarde. Uma nova tentativa de acabar com a Cracolândia, que concentra dependentes de crack no centro da cidade. A partir de agora, 300 vão receber ajuda desse novo programa.
“Foi absolutamente voluntário. Quem quer participar, quem não quer participar. É um grande desafio, mas é um caminho que estamos buscando”, comenta Luciana Temer, sec. mun. de Assistência Social-SP.
Os dependentes vão ter que trabalhar na limpeza da cidade e recolhimento de materiais recicláveis. Serão quatro horas por dia de trabalho e duas horas em programas de requalificação profissional.
Em troca, a prefeitura oferece três refeições diárias e R$ 15 por dia trabalhado, com pagamento semanal. Além da hospedagem em um dos cinco hotéis cadastrados.
Os hotéis foram todos reformados há pouco tempo. Tem até uma sala de convivência com sofás para os novos hóspede. Uma das suítes com banheiro pequeno, mas com chuveiro elétrico. No quarto, armário e camas com espaço no máximo três pessoas.
Outro ponto do programa é mais polêmico. Os dependentes não serão obrigados a fazer tratamento médico. Mas os que quiserem, vão ser encaminhados.
“O tratamento é pra que essa pessoa reconstrua sua vida. Reconstrua a vida dela e possa ver que ela pode ser feliz. Que possa buscar no trabalho, no emprego, a reestruturação dos amigos, da família, e a saúde. Acho que é um passo importante pra isso, buscar o seu bem-estar integral”, diz José de Filippi Junior, sec. municipal de Saúde-SP.
A médica psiquiátrica condena a falta de tratamento. “Eu acho que é uma medida ingênua, bem intencionada, mas infelizmente boas intenções não funcionam numa situação tão grave como essa. Eu não vejo muita coerência em você promover a reinserção antes de fazer o tratamento”, avalia Ana Cecília Marques, psiquiatra.
Uma dependente, que aderiu ao programa, aprova a ideia e já planeja o recomeço. “Arrumar um trabalho, pegar meu filho e ter minha casa. E ser feliz. Com certeza, se Deus quiser”, afirma.
A prefeitura de São Paulo afirmou que o programa mostrado na reportagem tem como objetivo a reinserção social. E voltou a dizer que o tratamento da dependência não é obrigatório para os participantes do programa, mas que será oferecido para os que pedirem.



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

'Favelinha' surge em calçada na cracolândia, no centro de SP - By Folha de S.Paulo


Dependentes químicos se concentram na rua Dino Bueno, na região da cracolândia

Uma "favelinha" surgiu na calçada do terreno da antiga rodoviária de São Paulo, no coração da cracolândia.
As moradias improvisadas ficam na alameda Dino Bueno e na rua Helvétia.
Lá, cerca de cem barracos de madeira e plástico se escoram no alambrado instalado para evitar que viciados em crack tomassem conta do terreno, hoje abandonado.
Procurada pela Folha, a prefeitura não se pronunciou especificamente sobre o surgimento da "favelinha".
Informou que atua na região, incluindo as vias onde foram erguidos os barracos, com equipes de saúde e limpeza, além de guardas civis.
"Os orientadores sociais realizaram 1.169 abordagens nos últimos 30 dias, que resultaram em 341 encaminhamentos para a rede socioassistencial", afirmou, em nota, a gestão Fernando Haddad (PT).
Além dos viciados, moradores de rua e catadores de papelão também ocupam o local. Algumas crianças circulam entre o grupo, mas ninguém soube dizer se elas moram nos barracos.
Comerciantes dizem que esses ocupantes sempre viveram ali, mas decidiram erguer os barracos após a demolição de imóveis abandonados conhecidos por "casarões do crack".
As demolições ocorreram há dois anos, dentro da ação conjunta da prefeitura e do governo do Estado, que tinha a promessa de acabar com o tráfico na região e levar dependentes para tratamento.
De acordo com um comerciante, apesar de haver postos da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana, brigas e furtos são frequentes.
No terreno isolado pelas grades, o governo do Estado planejava construir um centro cultural com três teatros.
A área hoje tem mato alto, montes de lixo e continua sendo usada pelos viciados --também como banheiro.
O Complexo Cultural da Luz, anunciado pela gestão José Serra (PSDB) em 2008, ficaria pronto em 2010. O novo prazo agora é 2017.
Já foram gastos R$ 170 milhões em desapropriações, demolições e no projeto. O centro foi projetado pelo mesmo escritório suíço autor do estádio Ninho de Pássaro, construído para os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.
O complexo era para ser um dos principais equipamentos públicos da Nova Luz, iniciativa da gestão Gilberto Kassab (PSD) para revitalizar a cracolândia.
O plano, que custou R$ 14,6 milhões, foi engavetado por Haddad, que aposta em parcerias público-privadas para fazer edifícios.

UMA VERGONHA !!!







By Ary Neto
Colaboração Folha - Cotidiano 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

FAVELA A CÉU ABERTO NA PORTA DA SALA SÃO PAULO - LUXO AO LIXO !!!

FAVELA A CÉU ABERTO NA PORTA DA SALA SÃO PAULO - LUXO AO LIXO !!!

Enquanto isso em Campos Elíseos.... a favela se instala durante a obra de desapropriação e demolição do quarteirão localizada a frente e ao lado da Sala São Paulo e Estação Júlio Prestes.

As fotos foram tiradas dia 03/11/2013 e mostram como está calamitoso a situação na Região de Campos Elíseos, distrito de Santa Cecilia na Capital Paulistana.

A cada dia que passa nossos governantes ficam ais relapsos com relação a limpeza, assistência social, organização e policiamento. Os muros e grades da região estão a cada dia com mais moradores de rua instalados no local e a venda de Crack é realizada na frente da policia. Chamados ao 190 (Polícia) nada acontecem.

A venda e utilização de Crack está tomando conta da região e devido as desapropriações o caos se instalou na região.

Dilma, Alckmin e Haddad não deixam claro o que pretendem com esta situação e a Prefeitura e demais áreas desconhecem este assunto.

Apreciem as fotos abaixo, até incêndio eles estão fazendo na região e os carros de Bombeiros passam e nada fazem. Que horror !!!  Do luxo ao lixo em metros e somente fica limpo quando a prefeitura aciona a operação Tapete Vermelho. Vale repensar como gerir este local !!!








Fotos by Ary Neto ( 03/11/2013)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

ESTAÇÃO CAMPOS ELISEOS - CPTM



OPERAÇÃO LAPA - BRÁS


O bairro de Campos Eliseos na Capital Paulista ganhará uma estação com a operação Lapa - Brás, assista o vídeo para ver toda reforma que ocorrerá no processo de enterramento dos trilhos da CPTM.




By Ary Neto

Veja como ficou o reajuste médio do IPTU em cada distrito de SP - "SANTA CECILIA 19,9% DE AUMENTO".

aumento médio do IPTU, aprovado na noite desta terça-feira (29) na Câmara de São Paulo, vai ser de 14,1% em 2014, de acordo com a Prefeitura de São Paulo.
O projeto de lei vai agora para a sanção do prefeito Fernando Haddad (PT), que tem até 30 dias para sancioná-lo. Os carnês com os novos valores devem chegar à casa dos paulistanos em janeiro.
O maior impacto será sentido nos distritos de Alto de Pinheiros, Sé e Vila Mariana onde o reajuste vai ser de 19,8%, em média. No entanto, há locais que terão as tarifas reduzidas, como o Parque do Carmo, com - 12,10%, Cidade Líder (-11,50%) e Anhanguera (-10%). Veja na tabela abaixo o reajuste em cada distrito:

By Ary Neto 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

HOSPITAL PÉROLA BYINGTON EM CAMPOS ELISEOS PARA 2016

http://noticias.r7.com/sao-paulo/hospitalnbspperola-byington-sera-construido-na-cracolandia-10102013

Hospital Pérola Byington será construído na Cracolândia

Unidade de saúde será exclusiva para mulheres e custará R$ 306,7 milhões
Novo endereço será na Luz. Até 2016, centro de referência vai sair da Av. Brigadeiro Luís Antônio.

O governo do Estado anunciou a construção de um novo Hospital Pérola Byington na região da Cracolândia, na região central de São Paulo. O projeto faz parte da PPP (Parceria Público Privada) que tem como objetivo revitalizar a área marcada pela criminalidade e consumo de drogas.

O Centro de Referência em Saúde da Mulher, novo prédio do Hospital Pérola Byington, que integra o projeto de revitalização do centro da capital, será construído na região da Nova Luz. A unidade será instalada no quadrilátero da avenida Rio Branco, com as alamedas Glete e Barão de Piracicaba e a rua Helvetia.

O hospital terá 218 leitos, sendo 22 de UTI, e 10 salas cirúrgicas. Com investimento total de R$ 306,7 milhões, a unidade de saúde irá oferecer, exclusivamente para as mulheres, atendimento ambulatorial, serviços de urgência e emergência, centro de diagnóstico por imagem, centro de reprodução assistida, com unidade de cuidados paliativos, centro de referência em vítimas de violência sexual e tratamento especializado de câncer. 
 



O Hospital Pérola Byington — Centro de Referência da Saúde da Mulher vai ganhar um novo prédio na região da Cracolândia. Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou ontem que o edital da PPP (Parceria Público-Privada) será publicado nesta quinta no “Diário Oficial”. A unidade será instalada no quarteirão da Avenida Rio Branco com as alamedas Glete e Barão de Piracicaba e Rua Helvétia.

O resultado da concorrência será divulgado em 25 de novembro e a expectativa é que os trabalhos comecem já no início do próximo ano. As obras devem durar entre 24 e 30 meses.

A modernização e a melhoria no atendimento são as principais bandeiras levantadas por Alckmin. “O Pérola Byington está em um prédio alugado, bastante antigo, que precisa ser modernizado. Como o prédio não é do Estado, nós resolvemos fazer um hospital moderno em uma região que precisa ser revitalizada, que é a antiga Cracolândia.”

Segundo os planos do governo estadual, no máximo em 2016 o hospital vai deixar o prédio da Avenida Brigadeiro Luís Antônio e passar a atender as mulheres no novo endereço.

O secretário estadual de Saúde, David Uip, foi categórico sobre a possibilidade de paralisação nos atendimentos para a mudança de prédio. “Não há possibilidade. Nós vamos fazer uma transferência que já está sendo organizada e a população não vai sofrer com isso.”

Marisa Feffermann, pesquisadora do Instituto da Saúde, defende que só levar o hospital para a região da Luz não é o bastante para revitalizar a área. “O problema não é colocar o Pérola Byington lá. O problema é não pensar em políticas públicas para o lugar.”

Já o presidente do Sindisaúde (Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo), Gervásio Foganholi, explica que o acesso para a população precisa ser analisado. “Precisa ver se o acesso para a população é fácil. A população precisa ser ouvida”, defende Gervásio.

Três unidades serão construídas em 30 meses

Colaboração: Lucilene Oliveira (Diário SP) e R7 (Agência Record)
Foto: Sergio Tomisaki/Diário SP 

By Ary Neto - 29/10/2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

CAMPOS ELISEOS NA CAPITAL DE SÃO PAULO ESTÁ EM REFORMA !!!

REFORMA URBANÍSTICA JÁ !!!

Campos Elíseos na Capital de São Paulo está em reforma, ao lado da Sala São Paulo, um local conhecido como "Nova Cracolândia" entre a Alameda Helvétia, Alameda Dino Bueno, Alameda Cleveland e Praça Júlio Prestes está indo para o chão.

Algumas matérias informam que o local está sendo restaurado para ser o novo museu paulistano chamado:
Museu de História Natural.

Independente do que será no local, que precisa de muita reforma social com tantos "crackeiros" é notório que alguma ação de nossos governantes está sendo realizada no local.

As obras do Complexo Cultural Luz até hoje só estão no papel, entrei em contato na Secretária da Educação e a informação mais recente é que neste fim de ano será aprovado a concorrência pública de qual empreiteira será a concessão da obra, mas o local continua no total abandono.

Os prédios deste quarteirão estão sendo demolidos e seus moradores estão sendo retirados aos poucos.
Vamos torcer para que nossos governantes pelo menos terminem o que começaram, as eleições chegaram, o prefeito foi mudado e até agora o Haddad, juntamente com a Dilma e com o Alckmin nada fizeram pelo local de tamanho patrimônio histórico.

Bonito mesmo é dentro da Sala São Paulo, porque do lado de fora o Crack impera !!!
Haddad, Dilma e Alckmin, vocês prometeram mudanças em suas campanhas e nada até agora ?
Acorda São Paulo !!!!








Fotos: Ary Neto


By Ary Neto 
19/10/2013 - 14hs - São Paulo - Campos Elíseos