Campos Eliseos

Campos Eliseos
CAMPOS ELISEOS - SÃO PAULO

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

DORIA PROMETE FIM DA CRACKOLANDIA NESTE SEMESTRE



https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2017/02/07/doria-promete-acabar-com-a-cracolandia-neste-semestre.htm

VITÓRIA Á VISTA PARA O BAIRRO DE CAMPOS ELISOES E REGIÃO

FIM DA VERGONHA DA CAPITAL PAULISTA







São Paulo - O prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) prometeu nesta terça-feira, 7, acabar com a cracolândia da região da Luz, no centro da capital, ainda neste semestre. Com a implementação do programa Redenção até junho, o tucano disse que os dependentes químicos não ficarão mais na rua. Segundo Doria, a remoção será feita de forma "humanitária" e terá também um caráter contínuo, para evitar o retorno dos usuários de droga às ruas.
"Não vão ficar na rua. Eles receberão o tratamento clínico necessário e o atendimento social que devem ter", afirmou o prefeito, após uma reunião de duas horas e meia na Secretaria da Segurança Pública. Para o tucano, a presença de dependentes químicos nas ruas do centro é "uma imagem ruim para as pessoas, para a cidade e para o Brasil".
"Esta imagem, nós esperamos que dentro em breve seja algo do passado. E que as pessoas que ali estão, como psicodependentes, possam ter o seu atendimento clínico, o resgate da própria vida, uma oportunidade ao emprego e, com isso, a chance de cidadania que hoje não têm, infelizmente", disse, complementando que os criminosos da cracolândia "terão a força da lei" e serão presos.
"Ainda neste semestre a ação será implementada, mas sempre com muito diálogo e com uma ação feita de forma humanitária e do ponto de vista medicinal, como recomendam as boas práticas", destacou.
A ação será coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Município e do Estado e pela Secretaria de Saúde da Prefeitura e do Estado. Esta foi a terceira reunião sobre o programa Redenção. A próxima ocorrerá no dia 13 de março.
No encontro da manhã desta terça, estavam os secretários estaduais da Segurança Pública, Mágino Alves, e do Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, além dos secretários municipais da Saúde, Wilson Pollara, e de Assistência e Desenvolvimento Social, Soninha Francine. Participou ainda do encontro o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP), Marcos da Costa, e uma promotora do Ministério Público Estadual.
Fonte UOL

terça-feira, 1 de novembro de 2016

CRACOLÂNDIA SEM SOLUÇÃO - PREFEITO JORGE DÓRIA PROMETEU SOLUÇÃO

SPTV 2ª Edição |

Três meses depois da operação da polícia que prendeu traficantes na região conhecida como cracolândia, a situação no lugar não mudou. E não é difícil flagrar o tráfico e o consumo de drogas.

FIM DA PICADA, NADA ACONTECE PARA SOLUCIONAR O PROBLEMA DE CRACK EM CAMPOS ELISEOS. SOCORRO !!! PASSA PREFEITO, PASSA GOVERNADOR, PASSA PRESIDENTE E OS INCOMPETENTES NÃO SOLUCIONAM ESTA TERRÍVEL SITUAÇÃO.

ASSISTA ESTE VÍDEO:::::::

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quarta-feira, 6 de maio de 2015

CAOS NO CENTRO DE SP - CRACOLÂNDIA INTINERANTE

MSC
NASCE MAIS UM MOVIMENTO, "OS  SEM CRACK".

Desde a semana passada, a aposentada Dalva Pires Camargo, 70, caminha com a cadela Bia sem se deparar com a concentração de centenas de viciados em crack –imagem frequente até então no cruzamento da alameda Cleveland com a rua Helvétia, na Luz (região central de SP).
A uma quadra dali, o comerciante Armando Pereira levou um susto com a multidão de dependentes que voltou a se acotovelar na porta de seu estúdio de fotografia, na alameda Barão de Piracicaba, o que não ocorria desde 2013.
Os dois exemplos são efeitos colaterais da operação na cracolândia da gestão Fernando Haddad (PT) e da PM na última quarta-feira (29), que provocou a migração do fluxo de viciados em crack.
Se numa esquina da região o vaivém de traficantes e dependentes em busca de pedra sumiu, na quadra ao lado a muvuca de usuários de drogas ganhou corpo.
De quarta para cá, o fluxo mudou três vezes de lugar. Primeiro, saiu da antiga "favelinha" –que foi desmontada durante a operação– e foi parar na esquina das ruas Dino Bueno e Helvétia.
PM X CRACK  - ESTE JOGO ESTA SEM SOLUÇÃO






NOITE CRUEL NAS RUAS DE SÃO PAULO


Ali, dependentes químicos foram atingidos por tiros de raspão disparados por um PM que atuava à paisana e acabou agredido ao ser descoberto. Após a confusão, o aglomerado se mudou para a Barão de Piracicaba, onde ficou até o dia seguinte. Em seguida, voltou à Dino Bueno.
No fim da tarde de terça (5), eles perambulavam em busca de pedras de crack ao lado do largo Coração de Jesus. Na área, um programa que oferece atividades esportivas e artísticas para cerca de 80 crianças e adolescentes diariamente ocorre desde 2012. O medo de professores do Projeto Despertar é que, em um eventual confronto entre viciados e PMs, acabe sobrando para as crianças.
"Na semana passada, no dia da confusão, cancelei as aulas. Não acho que os 'noias' vão abordar crianças, mas, se tiver confronto, sobra gás [lacrimogêneo] e pedras para todos", disse um professor que pediu anonimato.
PREFEITURA E PM PERDEM A MÃO, CAOS NO CENTRO DE SÃO PAULO

VISTA DA 'FAVELINHA'
Mesmo felizes com a saída da "favelinha", moradores do edifício Miri –que dava vista privilegiada do fluxo– estão descrentes com a manutenção da paz no terreno vizinho, antes lotado de barracas. "Por enquanto, está bom. Vamos ver até quando", afirmou dona Dalva, moradora do prédio há 18 anos.
O mesmo "pé atrás" tem seu vizinho Wesley Carvalho, 22. "Já fui assaltado por 'noias' aqui na porta, de manhã. Mesmo indo para a outra esquina, a gente sabe que [a cracolândia] não vai acabar."
O avanço do fluxo em direção à Barão de Piracicaba tirou o sono de comerciantes como Armando Pereira. "Quando vimos que voltaram para cá, ficamos em pânico. Agora, estão na rua de trás. É triste vê-los nessa situação, mas temos que trabalhar também", afirmou.
Funcionário de um estacionamento em frente ao largo, Djalma dos Santos, 57, diz que o movimento de pessoas em busca da garagem desabou. "Com eles [viciados] bem aqui, o pessoal ficou com medo e deve estar estacionando mais longe", declarou.
O fluxo deixa pais de alunos de escolas da região em alerta. "Nunca fizeram nada, mas, nos dias de operação, acabam se espalhando, o que gera um medo", disse Adriana Cordeiro Pedroso, 32, que circula pela região da cracolândia para levar seu filho de 4 anos ao colégio Liceu Coração de Jesus.
FLUXO REDUZIDO ONDE HADDAD? 

FLUXO REDUZIDO
A gestão Haddad diz que a Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana cercaram a área e que o fluxo de usuários foi reduzido devido à adesão de cerca de 80 pessoas ao programa Braços Abertos, que dá emprego e moradia aos usuários. Há 583 pessoas no programa, diz a administração.
Segundo a prefeitura, muitos dependentes deixaram a área após a proibição de barracas e colchões no local. 
PM NÃO SABE O QUE FAZER ?

GIBA BERGAMIM JR.
DE SÃO PAULO




sexta-feira, 27 de março de 2015

OPERAÇÃO HEROÍNA NA CRACOLÂNDIA

CRACK , HERÓINA, FAVELA E LIXO....  
SEGURANÇA PÚBLICA CEGA E GOVERNANTES COM DESCASO TOTAL. 
O QUE MAIS FALTA PARA FERNANDO HADDAD, GERALDO ALCKMIN E DILMA ROUSEFF DAREM UMA SOLUÇÃO PARA CAMPOS ELÍSEOS ? 

#FORACRACK

Se já não bastasse o "Crack" que demoniza a tão famosa região da Cracolândia, agora a "Heroína" quer seu espaço na franquia tão desejada pelos traficantes.

Conforme matéria da folha de S.Paulo a coisa está a cada dia pior no centro de São Paulo.
O descaso é tão grande que hoje o empurra empurra está geral  como uma batata quente, ninguém mais sabe quem é o responsável por esta bagunça generalizada.

Governos e entidades desconhecem como tratar tamanho problema, foram treinados a roubar nossos cofres, mas quando se trata de arrumar a casa, faltaram nesta aula.

Segue matéria para entendermos melhor o que anda acontecendo:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/03/1608919-policia-acha-heroina-na-cracolandia-favelinha-cresce-e-ja-dobra-esquina.shtml







Muitas reclamações, críticas e depoimentos contra o governo e esta política de roubo e descaso aos assuntos e problemas sociais.

12/4      #VEMPRARUA
ENQUANTO ISSO OS NOSSOS GOVERNANTES FICAM MUDOS, CEGOS E SURDOS !!! 
By Ary Neto

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

ROTARY & CONSEG - SERÁ QUE SANTA CECÍLIA FOI ESQUECIDA ? #HADDADRESPONDE

A LUTA DO CONSEG PARA 

MELHORAR O BAIRRO 

(SANTA CECÍLIA - CAMPOS ELÍSEOS)

http://www.rotarysp.org.br/noticias/524-a-luta-do-conseg-para-melhorar-o-bairro

O economista Fábio Fortes, palestrante do dia, diz que se impressionou muito com os números de Rotary: presente em 215 países, com 1.220 mil rotarianos em 34 mil Clubes; uma entidade que tem um papel importante na ONU e a força da solidariedade que cada rotariano carrega dentro de si. O Rotary se fez presente em minha vida através do Sr. Angelo Buono, disse ele, contando que veio do interior, Cachoeira Paulista-SP, onde os equipamentos rotarianos sempre serviram às causas comunitárias. Também na minha cidade, meus pais junto com rotarianos, recolhem animais de rua: cachorros e gatos. Quando fui vice-presidente do Clube de Mães do Brasil, junto com este Clube, fomos a São Miguel Paulista instalar um playground para o lazer daquela comunidade.
Em 1985, o governador Franco Montoro criou os Conselhos: de Saúde, do Idoso, de Educação, dos Negros e o Conseg – Conselho de Segurança, este último visando a integração da Polícia Civil, Polícia Militar e a Comunidade. Mais tarde, por decreto da Prefeitura, também presente junto aos Conseg’s, um representante da subprefeitura, da CET – Companhia de Engenharia de Tráfego, do Ilume – Departamento de Iluminação Pública, do Corpo de Bombeiros, presidentes de outras ONG’s, diversas entidades religiosas, enfim, pessoas com a finalidade de promover a integração para a segurança do nosso bairro, o Santa Cecília.
Eu costumo dizer, que o principal fator de segurança de uma região ou um bairro, são as pessoas se reconhecerem e não se tratarem com indiferença. É fato que através das reuniões do Conseg temos como cobrar nossas autoridades, mas hoje a realidade é que temos atualmente um emaranhado de leis que não atendem a grande maioria da população. Também uma série de equipamentos governamentais que não falam entre si, como por exemplo, a Polícia Civil e a Polícia Militar, que no dia-a-dia tem muitas dificuldades para tramitar seus processos de trabalho. Bem sei que é polêmico, mas sabe-se que durante a democratização do país, os jovens lutaram por mais liberdade, porém hoje, muitos abrem mão de sua liberdade para serem monitorados e terem maior segurança. Há uma cobrança para termos monitoramento eletrônico em toda cidade. É certo que a CET tem monitoramento para registrar as falhas cometidas no trânsito e multar os indivíduos, mas seguramente não temos um poder público compartilhando imagens, quando somos acometidos de violência ou assalto nas esquinas de nossa cidade, durante o dia ou noite.
No nosso bairro, o Conseg vai da Av. Higienópolis até a Sala São Paulo. Uma área extensa e bem delicada, que já teve na Cracolândia diversas operações. A questão aqui hoje é de saúde pública, pois há muitos consumidores em nosso bairro.
É necessário que a sociedade faça um debate claro e transparente sobre a venda e consumo de drogas para saber como iremos atuar com relação a este mal que está ceifando vidas, uma guerra que me parece perdida. Por exemplo, aqui embaixo do Elevado Costa e Silva e região, não são só pobres, ali estão muitos cidadãos de classe média consumidores de droga que estão se desfigurando. A questão da segurança de nosso bairro está crítica com relação à droga, pois quando um cidadão perde o emprego ele vai assaltar para poder se drogar.
É insuportável viver em um estado paralelo, onde o jogo do bicho, cujas maquininhas são ponto de venda de drogas e estão às portas de colégios não só públicos, mas também dos particulares, buscando nossos filhos. Este Conseg em particular, está muito empenhado nesta questão, mas a legislação não nos ajuda por causa da menor idade penal, pois um policial ao prender um jovem, mal consegue fazer o trâmite da papelada e ele já está solto. Isso nos levou a procurar os jovens para falar com eles sobre a situação, para conscientizá-los e não se envolverem sem estarem plenamente conscientes do caminho que estão escolhendo.
Disse Fábio que temos que cobrar eficiência do poder público, pois quando recorremos a eles, recebemos a resposta de que nada podem, não têm viaturas, etc, etc. e nós pagadores de impostos, não temos serviços de qualidade. Nós precisamos começar a ver os servidores públicos como contratados pela sociedade para prestar um serviço. E é com essa disposição que venho tratando o Conseg, na busca de que moradores e comerciantes deste bairro tenham melhores serviços. Áudio completo disponível em: http://www.rotarysp.org.br (podcast).



terça-feira, 16 de dezembro de 2014

MULHERES SÃO AS MAIS VULNERÁVEIS NAS CRACOLÂNDIAS


CRACK SEM FIM NA REGIÃO CENTRAL DE SÃO PAULO !!!


Paro o carro em um sinal da av. Duque de Caxias, no centro de São Paulo, e ela bate na janela: "Ô tia, me ajuda. Tô com fome". Ofereço o que tinha no banco ao lado: maçã, banana e um saquinho de snacks de soja, meus lanchinhos da tarde. Meio a contragosto, ela pega o saquinho e se afasta. Pelo retrovisor, vejo-a batendo na janela do carro atrás do meu. O motorista faz sinal de negativo, e ela se afasta.
Não deve ter mais do que 20 anos. Está suja e visivelmente alterada pelo crack. Lembro-me imediatamente de Loemy Marques, a "loira magra, de 1,79 metro de altura e olhos verdes" (segundo descrição das revistas), que ocupou a atenção da mídia em novembro passado. Ela está em tratamento contra a dependência em uma clínica particular, bancada por uma emissora de TV.


A nossa personagem é negra, descabelada e desdentada, assim como muitas que circulam pelas ruas do centro e seguem invisíveis.
Nas cracolândias, as mulheres são as mais vulneráveis, segundo estudo da Fiocruz com 32.359 usuários de crack pelo país, divulgado em setembro. Elas representam, em média, 20% dos dependentes. Muitas se prostituem e se sujeitam a violências. Cerca de 8% delas eram portadoras de HIV e 2,23% tinham hepatite C. Entre os homens, respectivamente, os índices foram 4,01% e 2,75%.
"Até para mim, que sou acostumado a trabalhar nessa área, nunca tinha visto uma população feminina tão maltratada e tão magoada. Agressão física, abuso sexual, nenhuma assistência pré-natal. Quando me perguntam o que me chocou mais como médico, eu digo que foi ver pessoas em uma situação tão precária, precisando tanto de ajuda", contou à "Agência Brasil" um dos coordenadores do trabalho, o médico Francisco Inácio Bastos.

No momento das entrevistas, 10% das mulheres relataram estarem grávidas. Mas menos de 5% delas faziam o pré-natal regularmente.
A pesquisa também mostrou outro dado desolador: menos de 5% dos entrevistados permaneceram no tratamento até o último mês.
A verdade é que o país ainda carece de um modelo de assistência baseado em evidências científicas para cuidar do crack. Os Caps, centro do sistema de assistência à saúde mental, não dão conta do tamanho e da complexidade do problema.

O pesquisador da Fiocruz defende que os governos deveriam fazer um plano integrado para tratamento do abuso de substâncias químicas vinculado à rede geral de saúde (Unidades Básicas de Saúde, Unidades de Pronto-Atendimento, programas de Saúde da Família) e não apenas aos centros de dependência química.
Sugestões semelhantes já foram feitas pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) em 2010, mas continuam sem escuta. Enquanto isso, o que mais vemos são medidas fragmentadas, descontextualizadas e ineficazes a longo prazo. Mais um Caps aqui, mais uma residência terapêutica ali. São ações que podem alimentar o marketing político, mas estão longe de conter a epidemia do crack que assola o país. 

cláudia collucci
Cláudia Collucci é repórter especial da Folha, especializada na área da saúde. Mestre em história da ciência pela PUC-SP e pós graduanda em gestão de saúde pela FGV-SP, foi bolsista da University of Michigan (2010) e da Georgetown University (2011), onde pesquisou sobre conflitos de interesse e o impacto das novas tecnologias em saúde. É autora dos livros 'Quero ser mãe' e 'Por que a gravidez não vem?" e coautora de 'Experimentos e Experimentações'. Escreve às terças.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Usuários de crack depredam viaturas em confronto na Cracolândia /// POLICIA 0 X 10 CRACK

" POLICIA 0 X 10 CRACK "

A confusão teria começado quando os dependentes de droga atiraram pedras contra guardas municipais que patrulhavam a região





7.dez.2014 por Veja São Paulo
Uma discussão entre usuários de crack e agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) terminou em tumulto e depredação na noite deste sábado (6) na região da cracolândia, no centro de São Paulo.
Cinco veículos da GCM foram danificados, incluindo um ônibus de monitoramento, que foi removido do local, próximo à esquina da Alameda Cleveland com a Rua Helvétia. A confusão teria começado por volta das 20h30, quando os dependentes de droga atiraram pedras contra os guardas municipais que 
A força tática da Polícia Militar foi acionada para controlar o tumulto. Houve corre-corre, e os usuários de droga atearam fogo em uma lixeira para afastar os guardas do conjunto de barracos instalado há alguns meses na região. Por volta das 22h, a situação já estava controlada, mas dezenas de guardas permaneciam monitorando o local.
Em nota, a prefeitura afirmou que "GCM e PM agora vão investigar se o incidente estaria eventualmente ligado a uma reação do tráfico à presença mais efetiva das duas forças no local"
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Após evento o carro Crack é Possível Vencer foi retirado do local.
QUE VERGONHA !!!!
DILMA ROUSSEFF, GERALDO ALCKMIN E FERNANDO HADDAD CADÊ VOCÊS ?
By São Paulo Viva 07/12/2014 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

PREFEITO PETISTA HADDAD CADÊ A DILMA QUE FICOU DE ACABAR COM O CRACK NO 1° MANDATO?

Grupo usa 'violência' para montar barracas na Cracolândia, diz Haddad

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta segunda-feira (24) que um grupo com barracas resiste "com violência" em deixar uma praça que fica entre a Rua Helvétia e Alameda Cleveland, na região da Cracolândia, no Centro de São Paulo.
Ele diz que a administração pretende reformar o espaço e por isso deve se reunir com o governo do estado para definir estratégias para retirar os dependentes. Na semana passada, Haddad chegou a criticar em sua conta no Twitter a falta de policiamento no bairro.

“Tem um grupo tentando impor a sua vontade. O que não vai acontecer. Nós vamos levar à frente o propósito de recuperar aquele espaço para a cidade”, declarou o prefeito durante evento nesta manhã na região da Avenida Paulista.
O secretário municipal de governo, Chico Macena, vai se encontrar com o secretário estadual de Segurança Pública, Fernando Grella, para discutir futuras ações no ponto frequentado por dependentes químicos.
existe um grupo resistindo, um grupo minoritário, que usa de violência, resistindo à reforma da praça que daria conta do problema, conforme pactuado em julho desse ano"
Fernando Haddad,
prefeito de São Paulo
“Aquelas lonas são montadas e desmontadas todos os dias, porque a limpeza é feita. Não é uma instalação permanente. Agora existe um grupo resistindo, um grupo minoritário, que usa de violência, resistindo à reforma da praça que daria conta do problema, conforme pactuado em julho desse ano”, afirmou Haddad.
Atualmente, um grupo de dependentes recebe auxílio da Prefeitura, na Operação Braços Abertos. Além de trabalhar na varrição, eles recebem formação profissional. Haddad afirmou que as ações da Prefeitura estão em um momento de transição com a mudança de uma ONG que atua na Cracolândia. “Hoje está muito melhor do que historicamente esteve, mas nós efetivamente precisamos repactuar aquilo, porque há da parte de uma minoria resistência em fazer o programa avançar”, afirmou.
Crítica no Twitter
O prefeito usou o Twitter para criticar a falta de policiamento na região da Cracolândia. Na quinta-feira (20), ele escreveu em seu perfil na rede social que enquanto o estado cobra que o governo federal fiscalize as fronteiras do país para impedir a entrada das drogas, as polícias locais “não controlam um quarteirão da Luz”, disse. A crítica foi feita após a região voltar a ser ocupada pelos dependentes químicos.
“Crack: cobram da União a fiscalização de 17 mil km de fronteiras contra a droga, mas as polícias locais não controlam um quarteirão da LUZ”, postou na internet.
Em nota, o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella, disse que foi a Prefeitura quem criticou a ação das Polícias Civil e Militar na região. Em janeiro deste ano, Haddad disse que ficou indignado com a ação da Polícia Civil que terminou com prisões e tumulto na Cracolândia e a considerou a ação "lamentável".
Na ocasião, agentes do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) realizaram ação para prender traficantes na região. Cerca de trinta suspeitos foram levados para averiguação. Houve uso de balas de borracha e bombas de efeito moral, provocando tumulto entre a população.
Grella afirmou que o estado continuará combatendo o tráfico de drogas e disse estar disposto a unir forças com as demais esferas do poder público, Prefeitura e União, para vencer o desafio.
O poder público já fez inúmeras tentativas de acabar com a Cracolândia. Em 2009, por exemplo, a Prefeitura e o Governo do Estado fizeram a Operação Centro Legal. Na época, a polícia usou até bombas de gás para tirar os dependentes químicos das ruas, mas eles só mudavam de endereço. A ação da polícia foi muito polêmica.
A Operação Braços Abertos tem, atualmente, 513 dependentes no programa. Destes, 112 fazem trabalho voluntário contra a dependência química.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ISSO É UM ABSURDO, FRANQUIAS DE CRACK EM SÃO PAULO, VOCÊ QUER INVESTIR TAMBÉM?



O que está mais ao alto, à esquerda, marca a região da famosa Cracolândia, a tradicional, lá onde o prefeito Fernando Haddad lançou o seu absurdo programa “Braços Abertos” — aquele que dá a viciados casa, comida e salário. À direita, mais abaixo, está o Parque D. Pedro II, que concentra um número razoável de viciados.
Entre um ponto e outro, há 2,5 quilômetros. Muito bem! Haddad já anunciou que, também no Parque D. Pedro II, haverá um programa parecido com o “Braços Abertos”. A Prefeitura já procura imóveis e alojamentos para alugar e abrigar os viciados. O prefeito petista está destruindo o centro de São Paulo de maneira sistemática, organizada, sem lhe dar a chance nem de pedir socorro.
Atenção, paulistanos! Atenção, paulistas! Essa é a área da cidade mais bem servida de infraestrutura: há cem por cento de esgotamento sanitário, de energia elétrica, de asfaltamento, de cabeamento telefônico, de infraestrutura de transporte etc. É evidente que um programa realmente “progressista”, como eles gostam de dizer, provocaria um verdadeiro adensamento dessa região, atraindo moradores para o local, trabalhadores.
Em vez disso, o que faz a administração petista? A medida que se entregam áreas da cidade para os consumidores de drogas e para os narcotraficantes, é claro que os trabalhadores vão fugir dali. Ainda que a gestão Haddad tenha decretado também o fim da família tradicional — aquela com pai, mãe e crianças —, pergunto: quem vai querer criar seus filhos nesse ambiente?
A decisão de Haddad é um desastre econômico, lógico, social e, se quiserem saber, humanitário. Essas áreas da cidade consumiram e consomem recursos dos paulistanos na forma de impostos. Podem e devem ser ocupadas por pessoas produtivas, que trabalham, que estudam, que geram mais riquezas para que mais pessoas cresçam e se desenvolvam.
Mas quê… A gestão petista está determinada a entregá-las àqueles que só consomem recursos do estado. Não há precedente na história mundial. Há uma enorme diferença entre uma cidade decidir acolher os viciados, dispensando-lhes tratamento digno, e atuar de forma deliberada, sistemática, para esterilizar uma das regiões do país mais bem servidas de infraestrutura.
À sua maneira, não tenho dúvida, São Paulo vai se lembrar por décadas de que, um dia, houve um prefeito chamado Fernando Haddad.
Por Reinaldo Azevedo e Colunistas


VELHA "SÃO PAULO" QUE NÃO EXISTE MAIS... QUE SAUDADE!!!

UMA VELHA SÃO PAULO QUE NÃO EXISTE MAIS FOI DEVORADA 
POR UMA OUTRA SÃO PAULO QUE É TAMBÉM MUITO LINDA.
QUE TAL CUIDARMOS MELHOR DO NOSSO PATRIMÔNIO ?

VAMOS VOLTAR A SER A CIDADE DE OURO, BASTA PLANEJARMOS MELHOR NOSSOS DESAFIOS PARA NOSSA AMADA SÃO PAULO.


EM 62 ANOS CONSEGUIMOS CRESCER, FICAMOS FORTES E MOSTRARMOS AO MUNDO QUEM SOMOS E A QUE VIEMOS.

QUE TAL DEIXARMOS NOSSA CIDADE MAIS BONITA EM TODO CANTO, PARA QUE CADA BAIRRO SEJA UM CARTÃO POSTAL E NÃO A IMAGEM DO ABANDONO.
AS FOTOS A SEGUIR DEIXAM MUITAS TRISTEZAS PELO CAMINHO, POIS NEM TODA CIDADE DE SÃO PAULO É ASSIM, EXISTE UM CENTRO ABANDONADO.

ANTIGA RODOVIÁRIA E O ATUAL ESPAÇO APÓS DEMOLIÇÃO.

DILMA, ALCKMIN E HADDAD,  CADÊ A SOLUÇÃO????

SERÁ QUE O CENTRO DE SÃO PAULO VOLTARÁ A SER GLORIOSO OU 
VOCÊS CONTINUARÃO COM CAMPANHA POLÍTICA ELEITOREIRA 
E NADA DE REAL E CONCRETO É REALIZADO?

CRACK É POSSÍVEL VENCER ??? ( DILMA ROUSSEFF)
RECOMEÇAR ??? ( GERALDO ALCKMIN)
BRAÇOS ABERTO ??? ( FERNANDO HADDAD)


TEMPOS ANTIGOS




TEMPOS ATUAIS
 


 

SONHOS NÃO REALIZADOS



SE COM O PROJETO NOVA LUZ DEMORARIA 15 ANOS PARA REURBANIZAR A REGIÃO, IMAGINA AGORA QUE ESTE PROJETO FOI ENGAVETADO.

SENHORES GOVERNANTES ISSO É O FIM DA PICADA !!! 
QUEREMOS O CENTRO DE SÃO PAULO DE VOLTA!!!


PELO FIM DA CRACÔLANDIA EM CAMPOS ELISEOS/ 

SANTA CECILIA - SÃO PAULO


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

CRACK MAPS AGORA DISPONÍVEL EM CELULAR


É O FIM DA PICADA !!!!


Quando dizem que São Paulo é uma cidade 24hs e que aqui tudo é fácil de comprar devido a setorização do comércio na capital paulista, não é mentira.


Para componentes eletrônicos na Rua Santa Efigênia, para noivas na Rua São Caetano, comprar bigigangas  na Rua 25 de Março e etc. 

Agora para a felicidade dos que almejam saber onde comprar Crack e seus derivados ficou mais fácil ainda, no aplicativo de localização do celular android Google Maps já podemos localizar com facilidade o acesso as drogas e ao mundo do Crack. 


Agora "Cracolândia" já aparece livremente como região famosa de São Paulo.

Crack comanda a região central de São Paulo de tal maneira que até no GPS do celular indica a região da Cracolândia.  

Srs. Governantes isso é o fim da picada !!!





by Ary Neto

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

CAMPOS ELISEOS PEDE SOCORRO - POP RUA - CRACK - DESCASO

TEXTO: (e-mail enviado para Coord.População de Rua) 

Caros Srs. da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social e Secretaria Segurança Pública e Secretaria da Saúde (Prefeitura e Governo do Estado)
 
Este apelo é de alta gravidade e almejo a atenção de todos os envolvidos neste e-mail, se possível encaminhem a seus superiores caso percebam que não possuem condições de solucionar a questão descrita no corpo deste texto.
 
Na cidade de São Paulo, bairro de Campos Elíseos (distrito de Santa Cecilia) ao lado da Estação Julio Prestes, atualmente com maior volume na Alameda Cleveland e Alameda Helvétia a crise do Crack  está cada vez mais sem controle e a cada dia é maior o número de pessoas em situação de rua na região.
 
As ações do governo e prefeitura são visivelmente nulas, pois a cada dia o volume de "moradores de rua usuários de Crack" cresce.
Não existe mais condições de caminhar em paz por Campos Eliseos, principalmente na  Alameda Cleveland e Alameda Helvétia devido aos roubos, ataques infundados por loucos abandonados na rua a própria sorte por nossos ricos governantes.
 
Todo bairro clama por uma resposta, falo com todos moradores diariamente para se manifestarem e utilizarem o serviço 190 e 156 afim de delatarem o ocorrido em nosso querido bairro e gerar uma estatística real das ocorrências.
 
Na Praça Princesa Isabel, Terminal Princesa Isabel, Alameda Glete esquina com Av. Rio Branco roubos e ataques de crackeiros aumentam e mesmo ligando para 190 nada é resolvido. Isso porque não estou citando nada sobre a Rua Apa, Elevado, Estação da Luz e região.
 
A região central de São Paulo é uma VERGONHA !!!
 
É nítido que se perdeu o controle da situação, usuários de crack são previlegiados em detrimento aos moradores e transeuntes da região do Bom Retiro, Luz, Santa Cecilia e Campos Elíseos que estão abandonados pelo descaso das autoridades.
 
Peço que visitem o bairro sem prévio aviso, pois se avisarem a operação Tapete Vermelho é acionada.
 
Domingo passado fui atacado para assalto por usuários de Crack  com garrafas que por pouco me acertam e os Guardas da GCM foram contra minha indignação deste descaso e abandono, fui ultrajado por estes Guardas da GCM pois não deveria mais utilizar aquele lugar, veja bem eu pago imposto, moro no bairro há 20 anos e não devo mais utilizar aquelas vias para minha segurança? Onde os servidores públicos estão? Será que sabem o que ocorre naquele lugar? A resposta é simples : LIXO - DROGAS - DESCASO - INSEGURANÇA.
 
Agentes da Saúde circulam e nada fazem. Urina,fezes, lixo se acumulam na região pois a Prefeitura alega que não tem mais o que fazer (imagina ouvir isso pelo fone 156, Loga, Inova, Limpurb e Secretaria de Serviços e etc), o time do Copom/SP (190) informam que o problema é do PIB, isso mesmo, já ouvi também pelo pessoal do GCM que a segurança está falida e nada pode ser feito. Treinem pelo menos o pessoal para não falar sem saber por favor.  O serviço de limpeza é precário e de baixa qualidade, basta visitar o local sem prévio aviso.
 
O uso de drogas em via pública é vergonhoso, a venda a céu aberto aumenta a cada dia e a limpeza está péssima, "enxugar gelo" não atende mais os moradores da região.
 
Campos Eliseos é um bairro assistencial, possui Bom Prato do Governo, Café da Manhã Salesianos, Reciclagem de Material Salesianos e para ajudar um número grande de usuários de Crack da região ficam alocados neste tenebroso cruzamento ao lado da Sala São Paulo e Estação Julio Prestes.
 
Já solicitei banheiros públicos para região e nada é feito, temos que pular de um lado ao outro das calçadas para não pisarmos em dejetos humanos, fora o terrível cheiro que a região enfrenta de sujeira humana. Tudo para manter intocável os usuários de Crack que não podem ser tocados conforme informação de funcionários da Prefeitura e Assistência Social.
 
O lixo e a venda de  drogas aumentam a céu aberto. Há anos convivemos com esta situação e a resposta é lenta e é totalmente nítido que existe um despreparo para atuar com esse caos em nosso bairro.
 
Na Alameda Cleveland até a Alameda Nothmann temos que conviver com drogados solicitando dinheiro ou nos assaltando para compra de drogas.
 
ESTAMOS ABANDONADOS EM CAMPOS ELÍSEOS !!!!
Desejo saber que solução a prefeitura, governo e segurança pública tem a dizer para sanar este problema grave existente na Região de Santa Cecilia.
 
Conclamo as Secretarias da Prefeitura e Governo do Estado, Conseg da Região, Associação de bairro e todos que desejarem uma solução para nossa região afim de nos ajudar com um saída eficiente e não eleitoreira.
 
Onde estão nossos vereadores que nunca vejo na região? 
A antiga Rodoviária e todo entorno foi demolido e hoje o abandono, lixo, drogas e descaso reinam na região de Campos Elíseos.
 
Creio que todos já estão cientes da situação, o que os munícipes da região desejam é uma atenção especial a um bairro histórico que morre a cada dia com a degradação e falta de atenção de nossos governantes.
 
Desde já agradeço a atenção de todos neste e-mail e fico no aguardo de ações reais para solucionar na medida do possível o estrago que estamos vivendo em nosso bairro.
 
Fico a disposição para conversar e junto aos moradores, empresários da região que pagam altos impostos e nossos governantes acharmos uma saída satisfatória.
 
 
 
Grato pelo apoio
Ary Neto